Cruzar a fronteira para a Argentina acaba de ficar mais simples para o bolso dos brasileiros. O Banco do Brasil (BB), em parceria com o Banco Patagonia, anunciou o lançamento do “Pix no Exterior”, funcionalidade que permite realizar pagamentos em lojas físicas argentinas utilizando o sistema de transferências instantâneas que já é febre no Brasil.
A grande novidade é a acessibilidade: embora a solução tenha sido desenvolvida pelo BB, ela está disponível para qualquer usuário do Pix, independentemente de ser ou não correntista da instituição.
Como funciona a operação
O processo é idêntico ao que os brasileiros já realizam diariamente em território nacional. Ao chegar ao caixa, o consumidor utiliza o aplicativo de sua instituição financeira para escanear um Código QR exibido pelo comerciante, seja em maquininhas ou outros dispositivos digitais.
Praticidade: Não é necessário realizar cadastros extras ou habilitações prévias.
Transparência: O cliente confere os dados na tela e confirma a transação em segundos.
Moeda: O débito ocorre em reais diretamente da conta (corrente ou poupança) do usuário, enquanto o lojista recebe o valor convertido para a moeda local.
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Conversão e taxas
Por trás da facilidade tecnológica, ocorre uma operação de câmbio automática. Segundo o banco, a transação utiliza APIs (interfaces de conexão) que garantem a conversão instantânea.
No extrato do usuário, a compra aparece como um Pix comum, mas com a incidência do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), tributo federal obrigatório para transações internacionais e operações de câmbio.
Expansão global
A Argentina é apenas o ponto de partida. O sistema utiliza a infraestrutura tecnológica da Coelsa e a solução de cobranças Wapa para garantir a estabilidade das operações na América Latina.
O Banco do Brasil já confirmou que estuda expandir o serviço para outros países da América, Europa e Ásia, priorizando regiões com alta concentração de turistas ou residentes brasileiros. A estratégia faz parte de um movimento global para digitalizar e simplificar as finanças internacionais.
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Perguntas frequentes
Como funciona o Pix Internacional lançado pelo Banco do Brasil na Argentina?
O Banco do Brasil, em parceria com o Banco Patagonia, lançou o Pix no Exterior para pagamentos em lojas fisicas argentinas. O processo é idêntico ao Pix nacional: o consumidor escaneia um QR Code com o aplicativo da sua instituição financeira, confirma a transação e o débito ocorre em reais na conta do usuario, enquanto o lojista recebe o valor convertido para a moeda local.
Preciso ser correntista do Banco do Brasil para usar o Pix Internacional?
Não. Embora a solução tenha sido desenvolvida pelo Banco do Brasil, ela está disponivel para qualquer usuario do Pix, independentemente de ser ou não correntista da instituição. Não é necessario realizar cadastros extras ou habilitações previas, e a transação é confirmada em segundos diretamente no aplicativo da instituição financeira do proprio usuario.
Qual imposto incide sobre pagamentos via Pix Internacional?
No extrato do usuario, a compra aparece como um Pix comum, mas com a incidência do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), tributo federal obrigatório para transações internacionais e operações de câmbio. A conversão entre reais e a moeda local ocorre de forma automática por meio de APIs que garantem a conversão instantânea no momento da transação.
Para quais paises o Banco do Brasil pretende expandir o Pix Internacional?
A Argentina é o ponto de partida. O Banco do Brasil utiliza a infraestrutura tecnológica da Coelsa e a solução de cobranças Wapa para garantir a estabilidade das operações na América Latina. O banco já confirmou que estuda expandir o serviço para outros paises da América, Europa e Asia, priorizando regiões com alta concentração de turistas ou residentes brasileiros.
Como a conversão de moeda funciona no Pix Internacional?
A transação utiliza APIs que realizam a conversão de moeda de forma instantânea e automática no momento do pagamento. O usuario paga em reais a partir de sua conta corrente ou poupança, e o lojista recebe o valor equivalente na moeda local do seu pais. Toda a operação de câmbio ocorre em segundo plano, sem que o usuario precise se preocupar com cotações ou conversões manuais.
Por Junior Brustolin
Sócio-fundador do Grupo BRA 360. Atua na estruturação contábil, tributária e societária de empresas que precisam crescer com segurança jurídica e fiscal.
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